domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ilusão Aplicada à Vida Moderna

...É, moderna...errrgh! rs...

Enfim, da dor nasce a bela arte, aprendo isso desde que segui nesta estrada. Dói. Mas não só na estrada da arte, como na da vida.

Sentir-se núcleo da peça, e descobrir que você é apenas mais um figurante, creio que todos já se sentiram assim, mas só os meus verdadeiros amigos entenderão..

Não venho aqui me vitimar, mas não serei hipócrita e me simbolizar como sendo uma fortaleza, isso é tolice, encarar seus verdadeiros problemas torna-se necessário, mesmo que isso vá doer.

Ser esfaqueado pelas costas, esfaquear pelas costas, viver...
Doloroso e ilusão são as palavras nucleares nessa merda aqui!
Assim como não temos o direito de fazer com que os outros conjuntos de vísceras que chamamos de pessoas sofram e sejam enganados, e me arrependo, mas já o fiz...esses outros não tem o direito de fazer o mesmo conosco..

Mas, vamos convir que, o que dói mais é você sentir-se o controle da situação, desde que começou, e descobrir que você é que está sendo controlado, por um falso jogo. Um jogo de mentiras, de sentimentos porcos, destinados e controlados apenas pela libido.

Seu mundo cai, amigo...
Seu mundo cai..

E até os propriamente mais orgulhosos cairão...
Assim como já caímos.

Isso não é auto-ajuda não, e por sinal abomino este tipo de leitura fraca e ridícula, mas quem se levanta novamente é que realmente pode bater no peito e dizer, 'Superei', não que isso vá te fazer melhor que os outros, mas fará bem para você.

Infelizmente o humano é demasiado dependente, e um fator extremamente necessário para uma possível melhora é ter pessoa verdadeiras ao lado. Difícil, não?

Mas, voltando ao foco. O que vemos mais nitidamente no mundo, hoje, é como somos enganados, como somos pisados. Mas não discuto aqui o fato consumado, e sim o terror psicológico que é: ser pensado que se estava no controle, e descobrir que tudo foi uma ilusão. A época mais incrível da sua vida, não foi a mais incrível, a vontade de desabar vem à tona, e você se sente enforcado.

Cuidado com quem tu se envolve, e não se entregue totalmente a um sentimento.

Logo, para viver bem, você tem de ser desumano.

Nostalgia





Bem, por onde começar, não é???
'Um dia você vai mudar o mundo...'
Sim, já começo com a primeira frase que me veio à cabeça do filme 'O Homem do Futuro', cuja qual, a mocinha do filme diz para o rapaz, que por sinal, pensa que ela o estraçalha em seguida, intencionalmente (...)


Esse texto estava sendo moído, remoído e mais uma vez remoído na minha mente...e eu não conseguia colocar no papel em questão de desgaste físico e mental, que o trabalho e a rotina me preoporciona, mas hoje consegui burlar o sistema...na minha folga. Que fiasco!


Sabe quando sensações bobas, nos lembram momentos passados??
É incrível, não que seja bom viver de nostalgia, uma vez que esta, em sentido demasiado e sem limites, faz a sua vida virar uma cópia de uma cópia, de uma cópia. (- Oi, Jack)...Enfim, em sentido hiperbólico esta faz você sentir falta de um momento, e futuramente a este último momento sentir falta do momento em que você sentia falta, e assim sucessivamente. Um ciclo ininterrupto, assim como a minha escrita, a literatura do ID, tudo fazendo o mundo girar, não tendo um fim, você pensando em algo, e  colocando no papel, colocando o porque daquilo, e colocando o porque do porque daquilo..e um 'basta', torna-se necessário, e não muito diferente, temos de fazê-lo com a nostalgia.


Mas cheguei no estado máximo, e, vamos dizer, vivenciei basicamente o sentir falta do tempo que eu sentia falta do tempo em que eu sentia falta, não parava, tornava-se um vício. Com relação a tudo, sabe?


Porém, nem tudo foi pedaços de inferno no meu mundo cômico. Senti de perto o sentido corporal e físico até que me lembrava nostalgia, e gostei disso. Por exemplo, uma simples gripe, traçava-me à 2008, cujos tempos fiquei muito mal, e senti novamente aquelas sensações, e paradoxalmente, achei gostoso, aquele ardor entre o nariz e os pulmões, o próprio nariz entupido, o gosto e a sensação da coriza. Doentio, não? rs
Não!
Para de ser moralista um pouco! Até os mais insensíveis chegam ao ápice da sensibilidade, basta olhar inteligentemente para si mesmo!


Todavia, o limite torna-se, mais uma vez, necessário, uma vez que o passado jamais voltará, e pela primeira vez, cheguei ao equilíbrio depois da tempestade. Foi difícil, mas cheguei.
Chega de ser dependente? Impossível novamente, porque até o ser mais independente é extremamente dependente de algo, senão dos outros, de si mesmo, e acho que é um dos meus maiores problemas. Não poder contar consigo, muitas vezes faz falta, mas vamos e venhamos (Né, Nagy?!) melhorei muito após algumas porradas, e percebi que envergonhar-se do passado é uma grande perda de tempo.


Não entrarei no tema do próximo texto, mas de veras, perceber que a sua realidade nem sempre é universal é um dos mais demasiados golpes da humanidade. Sentir-se acerca de tudo aquilo, quando se achava o núcleo. Dói, entende? (Edsooon) hahaha, subjetividade, oh, subjetividade, o que seríamos sem você?! Pena que a maioria da sociedade ignora você, ou seja, ignoram a si mesmos, e pregam a moral como se fosse algo universal e único. Um desperdício, uma catástrofe.


Voltando ao tema, uma música, um ato, um filme, uma palavra, uma dor...tudo te eleva ao passado, perceba!! Nostalgia em alto e bom som, em clara e contrastada visão, em puro e intenso sentimento!
Claro que tomar cuidado com tal sentimento é necessário, senão você pode até se matar, mas se este for, necessariamente, manuseado com cuidado, dá para interagir com o mesmo, e voltar SUBJETIVAMENTE a outros tempos.


Antiguidades, santas antiguidades!
Modernize, modernize!!!
Apenas isso é ouvido pelos vazios!
Apenas isso importa aos superficiais!


Falta tesão p´ra viver em um mundo assim, onde tudo é modernizado, onde o antigo torna-se sem valor, onde até as mentes se modernizam, e se apodrecem!
Não que a modernidade não traga consigo coisas boas...mas assim como tudo na vida, deve ser traçado um limite, e uma linha a ser feita.


Eu gosto do velho, do cheiro de mofo, daquilo que já foi lido, relido, e lido novamente, páginas amarelas de velhice, fotos preto e branco, e no mais, de tudo que já foi, e que ainda está. Destruído quase, porém está!


Isso me anima!
...e não esse lixo industrial e resultado de propagando, que nos fazem engolir!


Tenha personalidade, maldita criança!
Tenha personalidade, por que você unicamente cresceu corporalmente! Sua mente ainda é um feto!


Tudo que é antigo morre??!
Não para mim, amigo, não para mim...


Despadronizei a porra toda, não é? rs..


Se você olhar direito, verá que tudo corre acerca da própria nostalgia, valorizando esta, de forma não excessiva, mas intensa.


I´ll Back.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Reflexo de Kate






Por Chopin...a conheci, olhos como os meus...é o reflexo do passado, do presente e do futuro unidos em uma só estrutura...Necessidade sinto, sinto de ter você aqui..morder suas bochechas, cheirar seu pescoço...e andar com você grudado na sua roupa.
Seu sorriso, seu olhar, suas vísceras...tudo meu, tudo seu. Reflexo do passado, tudo de tudo, nada de nada...Sofrimento, beleza, cadência, autoria. 
Tudo é ignorado quando tenho a ti. Meu mundo estremece, meu universo fica instável,. Só queria você aqui sabe? 
Talvez um dia, talvez uma semana, talvez um mês, talvez uma dimensão...Não se sabe. Apenas sei que, ao te encontrar, me encontrarei,e a vida será bem melhor, pois você é um universo paralelo ao meu, e ao mesmo tempo você é o meu universo, e isso se funde com nossa pseudo realidade dando vazão ao nosso mais profundo sonho.
Fique comigo, Kate, não sei como, apenas fique.
Ps: Agora entende porque precisei de tempo para entregar? (faz parte do texto)
AGRADECIMENTOS A VOCÊ, POR ME FAZER VIVER, E SER O MEU ALTER EGO PERFEITO, PERFEITA SINTONIA, ATRAÇÃO...TEOREMA.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

De Luto Pelo Mundo





Deus, quanta futilidade!
Mulheres tão fúteis, e homens...tão patéticos!
Raras exceções, sabe?
E esse povo, fútil em si, é o grande ônus de qualquer tipo de progresso!
Um povo besta, que só pensa em procriar! Um povo que encara o sexo como uma fuga de suas vidas vazias e insignificantes, e o ainda por cima se gabam de alguma forma escrota, dizem ser bons nisso, ou algo do tipo...E isso os fazem se sentir melhor com eles mesmos. Patético, não? Uma verdadeira lástima!


Um homem decente não pode desempenhar seu trabalho, ou viver sua vida cercado de pessoas tão, vamos dizer, 'desprovidas de conhecimento', ou se preferir idiotas e alienadas mesmo. É detestável o fato de haver esse tipo de mistura, onde pessoas decentes são assim mescladas aos acéfalos, não tendo afinal...paz para viver.
Uma pessoa decente não consegue ser feliz se a mesma racionar, pois pense: Como ser feliz meio ao caos permanente? Não um caos positivo, que poderia levar a descobertas, mas um caos que envenena sua mente e embrutece seu coração.


Você escreve, você lê, você pensa na sua família, e nos seus valores, e escuta alguém do seu lado falando de big brother, de pinto, de músculos, de anabolizantes, de drogas, enfim! Você é exposto a tudo que é mais fútil e nojento, das maneiras mais fúteis e nojentas! E essas mesmas pessoas, hipócritas de merda, se acham no direito de julgar tudo e todos que são diferentes delas, e no fim do dia deitam suas cabeças imundas em um maldito travesseiro, livres de qualquer sentimento de culpa. Se olham no espelho, e se veem como pessoas boas, pois afinal creem em um deus vendido por alguém mais inteligente, ( que por sinal, só é acreditado quando tudo dá certo para o crente, né?:) pois vão à igreja, pois são homofóbicos, e também pois chamam tudo que é diferente de estranho, esquisito, e por fim, gay.


Enfim, e assim caminhamos cega e voluntariamente à perdição, em um mundo que só tem a piorar...lotado de sentimentos, pensamentos e ações fúteis e mesquinhas. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Vida de Alquimista




O vento celta me levou à direita da linha do inferno, me fazendo brotar no inverno, estando comigo, fluindo comigo, me elevando à dimensão dos pequenos grandes medievais, onde a época das trevas é vista com Luz. Uma outra dimensão, um outro mundo, um universo...não paralelo, mas nuclear, magnetizando-me para perto.
O inverno chega aos bons, e a mim, tirando o calor de dentro, elevando-o para fora, fora de tudo e de todos, deixando-nos a mercê do puro frio. Este por sinal, é mantido no ar, purificando o mesmo, e o orvalho dentro de um orvalho, que segundo alguns é comparado à vida, para mim é o roteiro universal desta dimensão. Não estamos livres? Tudo seria pré-definido, enfim?!
Deixando p´ra lá algumas ideias vindas de retardados como nós, e refletidos em nós, o vento celta se funde com a música medieval, trazendo uma sensação maravilhosa e inexplicável que vai das entranhas aos cabelos, fazendo-nos delirar de paixão a cada toque, a cada suspiro, como um potencial de ação, sendo mais intenso que o amor, sendo mais destrutivo que o ódio, sendo até, talvez, tão destrutivo quanto o amor.
Não consigo parar de viajar dentro desse universo nuclear compartilhado comigo, uma vida de sonhos, sonhos peripatéticos, ao ar livre, um sonho de liberdade desce pela minha garganta, tem gosto de anis e álcool, não consigo parar, portanto, deixo fluir, essa liberdade é bem-vinda, e este estilo de vida me agrada.  Isso simplesmente me eleva ao nada, e ao tudo ao mesmo tempo, enquanto sinto um estado doce como o coma, necromântico talvez, um estado onde desespero, ênfase, e paixão se complementam. 
Acho que cheguei ao estado do tão esperado oxímoro, traçando a mais tênue das linhas entre a realidade e a fantasia, dando origem assim, COMO DIRIA NOSSO SAUDOSO 'ZECA', ao mais incrível dos sonhos. 
A grande fusão entre universos, o grande oxímoro, o vento celta, tudo isso é automaticamente mesclado ao sons, harmonia, prazeres, ódios, medos, amores, a tudo que há de mais intenso, e isso tudo é fundido quase que instantaneamente com o nada, este que por sua vez se torna intenso, um oxímoro ao todo, um grande complemento, complemento de tudo, complemento de nada, completando toda a dialética, própria e acerca, desde que esta esteja sob o meu domínio, ou melhor ainda, se não estiver.


Um grande surto, uma grande vida, uma vida válida.


Vida de Alquimista.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Valeu a pena?



E se a sua vida acabasse neste momento?
Você estaria satisfeito?
Não olhe para o lado, não respire, para de ficar acerca de si, fazendo de tudo ao seu redor o teu centro, e seja por um momento você, só você!
Não se preocupe, só por um instante!
Sou aquele que você quer ser, aquele que faz tudo o que você quer fazer, que respira como você quer respirar, aquele que age como você quer agir, aquele que você quer ser na cama, aquele que você pensa em sonhar, aquele seu alter ego perdedor, que você suga. Eu sou você!


Olhe para si, veja como fede!
Olhe o tamanho da sua desgraça!
Sinta o quão patético você é...
Sinta quanto tempo perdeu, com coisas patéticas como escolhendo a cor do sofá, ou lutando por popularidade.
Chega uma hora que o caos tem de tomar de conta, quebre a sua maldita harmonia, quebre a porra toda, tente não ser você por um instante, sim, não ser você, porque você se fechou tanto que a sua vida não é a sua vida, e sim a vida deles, e a vida deles a sua vida, tudo se funde com a falsidade, tudo se funde com o niilismo, tudo se funde com o nada, e você é só uma peça compondo a mesma merda assim como tudo e todos.


Logo não ser você é a única forma de ser você!
Você é um cara fodido de merda!
Você tem que desistir!
Você tem que perceber que amanhã você vai morrer!
Você tem que sentir o quão inútil você é!
Falso, carne, matéria!!!
Isso acaba!!!


Você não é uma merda de um copo de cristal!
E a sua vida é desperdiçada!
Assim como você, assim como eu, assim como o mundo!


Não seja você daqui p´ra frente!
Desista, insista em desistir de ser você, uma vez que o seu eu está tomado pela falsidade do seu eu!


Desista, você tem que lutar!


O paradoxo sobressai!


Imagine como a vida seria com você fazendo tudo ao contrário, desistir seria insistir, morrer seria viver!


É só sangue!




Serei aquele que você quer ser.
Serei você.


A vida é sua.

The Dream







"Isso não pode ser real!
Isso não vai ser real!
Isso não tem como ser real!
Isso é real?"


Tudo passava na minha cabeça naquele momento, lá estava eu, finalmente quebrando a camada tempórea, usando algo qualquer como minha nave ao passado, voltando...por amor.


Lá estava ela, com seus belos cabelos vermelhos, mas ela não me conhecia, mas um tinha uma pequena vantagem por saber o que lhe aconteceria no futuro, e infelizmente, o que iria lhe acontecer, não era bom, nem p´ra mim e muito menos para ela.


Eu a conheci naquele instante, gelo e fogo tomou conta de mim naquele instante, ela não me entendia, o que afinal eu queria?
O que doía mais era o fato de que eu não podia revelar que eu conhecia teu futuro, e que era ela meu único, maior e platônico amor, pois caso eu falasse tudo, o universo inteiro desabaria, e voltaria assim à condição comum, voltaria à estabilidade.


Eu tinha pouco tempo, irmãos, eu tinha pouco tempo!
Em poucos instantes, segundo uma desgraçada, exatamente 38 segundos, tudo aquilo iria universo abaixo, e eu precisava de alguma maneira convencê-la que haviam melhores saídas do que aquela que futuramente a minha amada tinha se dado.


Eu falara com ela, com calma, ela me olhando com aqueles belos olhos castanhos...eu sentia seu olhar vago, entristecido, decadente. Eu só queria que ela me entendesse.


Chegamos a um ponto que finalmente consegui sua atenção, e uma pequena parte da sua confiança, tentava lhe dizer tudo o que o futuro iria causar, eu queria ela...comigo, num futuro não tão distante, onde talvez poderia haver um 'nós' ao invés de um tenebroso e sozinho 'eu'.
'Venha comigo', eu dizia, e ela como sempre cética, e como uma real seguidora de nietzsche, contestava tudo e todos, desde minha atitude até as boas e velhas questões existenciais.
Eu só queria salvá-la, entendem??
Eu só queria que ela tivesse mais uma chance, e sem querer me gabar, ou me transformar em herói, eu voltei por amor, ignorando tudo e todos, e consegui este presente, este dom.


Não sabia mais como agir, mas eu já tinha sua atenção, o bom é que ela era igual eu, e não se importava com aparência em si, a atração acontecia, cada vez mais e mais forte, e eu tentava trazê-la, o problema é que minha nave só cabia um, mesmo nós sendo um só, e o futuro ter parte nessa atração, o universo não entendia muito bem o peso e o tamanho que seria transportado, logo, eu precisava agir ali e rápido.


Tenho apenas mais alguns segundos, mas pelo menos os segundos que temos em sonho equivalem a mais do que o temp ode uma vida longa na terra. 'EU DAREI A MINHA VIDA PARA SALVAR A SUA', eu dizia, ela não entendia, e eu não podia me aprofundar mais, senão tudo aquilo estava acabado.


O tempo começava a tremer, o universo começava a ficar extremamente instável, apenas em soltar simples palavras, eu tinha medo, mas era por amor, e eu não iria deixar ela ter o fim que teve,  eu iria até o fim, fosse ele qual fosse, e como calígula disse à Deusa vênus ' Deusa toda poderosa, me leve, mas poupe-a", eu dizia para o nada, eu dizia para mim mesmo, eu rezava essa palavras em silêncio.


Ela olhava p´ra mim e dizia "O que você tem?"
Eu retrucava, dizendo: "Nada, só quero que você confie em mim."


Era tão real, tão lúcido, tão vivo, eu estava perto, bastava uma palavra, ela estava confiando em mim, mas, depois de muito, no momento crucial, uma lágrima escorreu do meu olho esquerdo, eu não aguentava mais, ela perguntou porque eu tava chorando, eu apenas disse: "Confie em mim, confie em  mim".


E esta foi a carta deixada pelo triste guri. Guri cujo qual não está mais entre nós, levaram-no, intacto ele não sairia, porém, Ela, a guria, foi poupada.


Troca justa?